Do fotojornalismo a gastronomia: confira a trajetória de Evelen Gouvêa

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Evelen Gouvêa / Olhar Saudável

A fotógrafa participou do workshop Olhar Saudável e contribuiu com vários registros bacanas. Saiba como foi a experiência para Evelen

Durante a candidatura, Evelen Gouvêa mostrou e explicou, em seu material, a vontade e a importância de participar do workshop Olhar Saudável, não só para uma experiência pessoal, como também para a carreira. Uma vez que a vivência proporcionaria a expansão do conhecimento sobre a fotografia de gastronomia e contribuiria ainda mais para o seu leque de atividades, fortalecendo-a como uma profissional versátil.

Evelen conta que escolheu a fotografia como profissão e, para isso, fez faculdade de jornalismo – seguindo então pela carreira do fotojornalismo. No mesmo ano em que se formou, em 2007, ela começou a sua trajetória nos jornais, sendo o primeiro, a Tribuna e em seguida, em 2009, O Fluminense. Ambos são de Niterói

“A fotografia me encontrou quando eu ainda era bem pequena. Quando nasci minha mãe era fotógrafa e tinha um estúdio fotográfico no centro da cidade de Niterói. Dessa forma, cresci, aprendendo também a reparar no movimento da luz.” Explica Evelen.

A fotógrafa não permaneceu apenas no fotojornalismo, pois em paralelo a essa função, que ela desempenha até hoje, conforme foi avançando na carreira, foi expandindo as suas atividades na fotografia para outras áreas. Como freelancer, por exemplo, atua em diversos campos, incluído feira de games, sendo a profissional oficial do evento.

Evelen Gouvêa
Evelen Gouvêa / Arquivo pessoal

Contribuindo para a flexibilidade de seu trabalho, está a área gastronômica, pois foi por meio de indicações para agências, que Evelen começou a registrar também pratos e alimentos e, dessa forma, iniciou sua produção de fotos para sites, redes sociais, jornais e cardápios. Sua atuação para restaurantes passou a ser requisitada pelas assessorias.

“Fiz alguns trabalhos em gastronomia para o caderno de cultura do jornal O Fluminense e tenho fotografado há dois anos os restaurantes. Então, minhas expectativas eram gigantes. Uma oportunidade de aprender mais sobre fotografia de comida e também sobre o universo da produção orgânica.”

Para a fotógrafa, a vivência no workshop ministrado pelo colega de profissão, Berg Silva, foi incrível, prazeroso e produtivo, por compartilhar não somente a fotografia, como também a alegria, a amizade e a satisfação em cada foto produzida durante as oficinas. Essa coletividade, aliás, foi muito valorizada e incentivada pelo próprio Berg.

“Aprendi detalhes em fotografia de comida que só com o convívio eu poderia adquirir. Minha impressão sobre o projeto Olhar Saudável foi de algo muito sonhado por alguém, ou um capricho e carinho por um tema já zelado por alguns. Eu não tinha experiência alguma com orgânicos, mas a atenção para o que se come, a preocupação com o que se produz e o que se vende é algo contagioso e de um cuidado enorme com a humanidade.” Encerra a profissional.

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