Alimentos in natura x ultraprocessados

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Foto de Vanessa Ferreira / Olhar Saudável

Entenda as diferenças entre esses dois tipos de alimentos e seus impactos para a saúde

Por trás do consumo diário de alimentos, existem fatores “invisíveis” que influenciam diretamente na qualidade de vida de uma sociedade. A forma de cultivo/produção destes alimentos evidenciam impactos tanto positivos, quanto negativos à saúde e ao ambiente – para que seja possível uma vida saudável e sustentável, é necessário que ambos os aspectos estejam em consonância.

Os alimentos são categorizados de acordo com a forma como eles são produzidos. Os chamados in natura e os ultraprocessados têm pesos diferentes para o consumidor, sendo responsáveis por benefícios e malefícios. Portanto, é importante entender o que está sendo ingerido e o seu contexto.

Alimentos in natura 

Os alimentos in natura são adquiridos nas plantas, nos animais e não passam por alterações para o consumo. Entre eles estão as frutas, os legumes, as verduras, as raízes, os tubérculos e os ovos. Já produtos como arroz, feijão, leite e carne passam por processos de secagem, embalagem, pasteurização, resfriamento ou congelamento e, por isso, são considerados minimamente processados, mas, ainda sim, estão dentro desta categoria.

É importante saber que no processamento mínimo não há uso de sal, açúcar, óleos, gorduras e outras substâncias para a produção destes alimentos. De acordo com o Ministério da Saúde, os alimentos in natura ou minimamente processados são a base para uma alimentação balanceada, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável.

Alimentos ultraprocessados 

Biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, bebidas adoçadas, barras de cereais, macarrões instantâneos, sopas em pó são exemplos de alimentos ultraprocessados. Eles são fabricados em indústrias de grande porte e durante o processamento são utilizados diversos ingredientes artificiais para estender a durabilidade, dar cor, sabor, aroma e texturas que tornam esses produtos atraentes.

O Ministério da Saúde recomenda que os ultraprocessados sejam evitados, pois são considerados desbalanceados e, geralmente, possuem formulação e apresentação que trazem pouca sensação de saciedade e, por isso, tendem a ser consumidos em excesso. O consumo exagerado destes produtos acarreta em algumas doenças como a obesidade e o diabetes. Para o meio ambiente, esses alimentos são considerados perigosos, por ameaçarem a sustentabilidade do planeta. O descarte de embalagens não biodegradáveis e o estimulo de monoculturas dependentes de agrotóxicos são alguns exemplos de danos ambientais.

Para distinguir alimentos ultraprocessados de processados, por exemplo, é necessário a consulta da lista de ingredientes que, por lei, deve constar nas embalagens dos produtos comercializados. A presença de gordura vegetal hidrogenada, xarope de frutose, emulsificantes, corantes aromatizantes são uns dos indicativos de que o alimento é ultraprocessado.

*Matéria replicada da manivanet.

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